Quando se começou a falar massivamente a respeito do HTML5, em 2009, muitos desenvolvedores (inclusive eu) torceram o nariz para o fato de poder voltar a utilizar a sintaxe tolerante do HTML, ou seja, tags em uppercase ou sem fechamento, valores de atributos sem aspas, fechar tags em ordem incorreta, entre outros. Inclusive, comentei especificamente sobre isso em um outro artigo.
Grande parte dos desenvolvedores aprenderam e se habituaram a utilizar a sintaxe do XHTML, que segue as diretrizes do XML para documentos bem formados e que apresentariam erros de renderização caso essas diretrizes são fossem seguidas. Isto nos permitia códigos mais limpos e bem estruturados. Porém, no HTML5, a escolha é sua e você não será punido por não fechar tags.
Com toda essa preocupação, no mesmo ano começou a ideia do XHTML5, uma tentativa de contornar o problema, adicionando as restrições de marcação do XML a documentos escritos em HTML5. Podemos dizer que seria uma tentativa de unir o melhor de cada especificação. O artigo escrito por Bruce Lawson para o HTML5 Doctor (com versão traduzida no Pinceladas da Web) foi um dos primeiros a comentar sobre o tema.
Durante cerca de 1 ano isto era uma forma, digamos, marginalizada de tratar essa questão, por não ser algo reconhecido pelo WHATWG / HTML WG. Mas em 2010 surgiu o primeiro draft com a proposta de nortear o uso do HTML5 com a sintaxe do XML/XHTML. O W3C denominou essa metodologia de marcação poliglota.
O que é um documento com marcação poliglota?
Um documento com marcação poliglota é um documento escrito em HTML5 que pode ser processado tanto como HTML quanto como XML dentro de um conjunto de restrições definidas, porém, ainda seguindo a especificação do HTML5. Eles são compatíveis com o HTML e XHTML.
Significa que você pode utilizar todo o poder do HTML5 dentro do padrão de marcação bem formada do XML. É importante ressaltar que isto não afeta as tags que você pode utilizar. Por exemplo, elementos que são considerados deprecated em XHTML mas válidos no HTML5 continuam a ser válidos. Uma exceção é com relação a algumas tags que são excluídas de documentos poliglotas por não serem possível de serem replicadas em um parser XML (como é o caso da tag
Ele tem 28 anos, estudou em Harvard, sua vida virou filme e sua empresa é uma das mais conhecidas do mundo. Mark Zuckerberg está no patamar que quase todos os empreendedores desejam para os seus negócios: a entrada na bolsa de valores. Em uma oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) com mais de 400 milhões de ações, o Facebook levantou 16 bilhões de dólares.
Apesar das polêmicas em que se envolveu, – especialmente no começo da empresa, como a briga com o co-fundador brasileiro Eduardo Saverin-, o exemplo de Zuckerberg não pode ser ignorado. O empresário tem algumas lições de empreendedorismo que podem servir para quem está comandando um negócio ou começando uma startup.
Com a ajuda de Yuri Gitahy, especialista em startups e fundador da Aceleradora, que ajuda pequenos negócios inovadores, Exame.com listou três lições do fundador da rede social.
1. Ter o respeito de sócios e investidores
A discussão sobre o quanto Mark Zuckerberg ainda detém do Facebook gerou várias polêmicas e há quem diga que o empresário não quer dividir o controle da empresa. Para Gitahy, isso demonstra uma confiança extrema dos sócios em Zuckerberg. “Apesar do Facebook já ter muitos sócios e fundos de investimento, Mark Zuckerberg detém mais de 60% do capital votante até o IPO da empresa. Isso significa que grande parte dos sócios confia em Mark a ponto de deixarem que ele tome decisões em nome deles”, explica.
Inspirar confiança em quem participa do seu negócio é essencial para garantir que sua voz continuará valendo nas decisões estratégicas e importantes da empresa.
2. Saber aceitar sugestões
A intuição é companheira constante de quem empreende. Em meio a muitas incertezas, as startups costumam apostar no instinto na hora de tomar decisões. Na carreira de Zuckerberg, até agora, isso se mostrou muito positivo. “Seja na mudança do nome da empresa (de thefacebook para facebook, sugerida por Sean Parker) ou na inspiração constante pelo trabalho de Steve Jobs, Mark Zuckerberg mostrou que sua intuição tem grande peso nas decisões que toma”, afirma.
Este tipo de atitude é fundamental principalmente em momentos de crise. Uma decisão rápida e acertada pode mudar uma imagem negativa do público sobre a companhia.
3. Estar pronto para mudar de rumo
Não ficar preso a uma só estratégia é um dos pontos que Gitahy aponta como inspiradores do Facebook. “Zuckerberg fez mudanças grandes na direção do Facebook e algumas foram particularmente responsáveis pelo sucesso de hoje”, afirma.
Os exemplos vão desde tomar a decisão de expandir a rede social para fora das universidades até abrir sua plataforma para que fossem desenvolvidos softwares com base no Facebook. Não acreditar em uma única estratégia para sempre é uma das lições de Zuckerberg para os empreendedores.
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Não importa seu porte ou segmento, empresas que não estão na Web, certamente estão perdendo oportunidades. Criar um site para empresa é uma arma poderosa e prática para divulgar a sua marca, promover produtos e aproximar o relacionamento com clientes, além de ampliar o espaço de atuação, pois a internet é ausência de fronteiras.
As empresas que não estão na internet podem passar por situações constrangedoras. Utilizar e-mails “gratuitos” como contato, ausência do site em um cartão de visita ou em qualquer material publicitário. Situações como esta são frequentes, e causam uma avaliação negativa da sua marca.
O que é preciso para ter um site?
Antes de criar seu site, é importante definir metas, estratégias e os objetivos de ter sua marca online. Um site pode ser o catálogo online de uma indústria, como a Loja Virtual de uma empresa de calçados, a apresentação de uma renomada corporação ou um canal de relacionamento com clientes.
Contudo, não basta ter o site, muitos pontos são cruciais para o sucesso do seu negócio na rede, desde a escolha do endereço no Registro de domínio, o profissional desenvolvedor, o conteúdo (acredito ser o mais importante) e a empresa que fará a Hospedagem do site na Web.
E não pense em parar por aí. Com tudo pronto, a divulgação é a chave final do sucesso. Não adianta belos layouts, se não haver um trabalho de marketing, e acredite, pode caber no seu orçamento. Um bom começo é conhecer seu segmento na internet e os seus concorrentes, a partir daí é por a mão na massa!
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Não há como falarmos sobre divulgação na internet sem destacar o Blog. Isso mesmo, esta simples ferramenta garante visitantes fiéis ao seu site, pode divulgar promoções, falar em específico sobre um produto e oferecer oportunidade de diálogos, opiniões e comentários, criando um relacionamento próximo com clientes.
Guarde essas 2 regrinhas básicas para seu Blog: Boa escrita e conteúdo sempre atualizado.
Lembre-se que não basta estar presenta na internet, e sim atingir o sucesso na Web!
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